Posts Tagged ‘Ubuntu’

Instalação do PostgreSQL

Postado em 09 nov 2009
Categoria(s) PostgreSQL

Instalação

Para instalar o PostgreSQL no Ubuntu digite o comando:

sudo apt-get install postgresql-common postgresql-8.3 postgresql-client-8.3

Mudando a senha do usuário postgres

sudo su postgres psql

No console do psql

ALTER USER postgres WITH PASSWORD 'postgres';
\q

Configurando o postgresql.conf

sudo vi /etc/postgresql/8.3/main/postgresql.conf

Localizar a linha:

listen_addresses = 'localhost'

e mudar para:

listen_addresses = '*'

remova o carácter de comentário (#) da linha.

A opção listen_addresses permite definir qual host pode se conectar no servidor, exemplo: localhost somente para conexões locais, * para qualquer host ou um ip específico como: 192.168.1.236.

Configurando pg_hba.conf

sudo vi /etc/postgresql/8.3/main/pg_hba.conf

Adicionar no fim do arquivo a linha:

host all all 192.168.1.0/24 md5

Essa configuração específica na ordem:

  • host: Define regras para o protocolo TCP/IP, essa opção pode ser host, local ou hostssl;
  • all: Define qual banco de dados que essa regra se aplica, se definindo all será para todos;
  • all: Define qual usuário tem permissão para usar essa regra, se definido all será para todos;
  • 192.168.1.0/24: Padrão CIDR, define qual faixa de ip’s podem ser conectar no servidor através do padrão CIDR;
  • md5: Método de autenticação, md5 padrão, trust para aceitar, reject para negar e mais algumas outras opções.

Reiniciar o PostgreSQL

sudo /etc/init.d/postgresql-8.3 restart

Usuários de banco de dados

Criar um novo usuário. Para pode criar um novo usuário é necessário estar logado com o usuário postgres.

sudo su postgres

Existem duas formas de criar e deletar um usuário, uma através do shell e outra através do cliente postgre.

Via Shell

createuser patrick

Via cliente postgres

psql
CREATE USER patrick;

As duas opções criam patrick como superusuário.

Exemplos:

Definindo password

CREATE USER patrick PASSWORD '123';

Definindo privilégios de superusuário, permissão para criar databases e roles:

CREATE USER patrick SUPERUSER INHERIT CREATEDB CREATEROLE;

Mais informações: http://pgdocptbr.sourceforge.net/pg80/sql-createuser.html.

Deletar usuário

Via Shell:

dropuser patrick

Via cliente postgres:

psql
DROP USER patrick;

Alterar usuário:

ALTER USER patrick PASSWORD ‘teste123′;

Mais detalhes: http://pgdocptbr.sourceforge.net/pg80/sql-alteruser.html.

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Ubuntu resolvendo problema de locale: perl: warning: Please check that your locale settings

Postado em 25 set 2009
Categoria(s) Ubuntu

Para resolver o problema:

perl: warning: Setting locale failed.
perl: warning: Please check that your locale settings:
        LANGUAGE = (unset),
        LC_ALL = (unset),
        LANG = "pt_BR.UTF-8"
    are supported and installed on your system.
perl: warning: Falling back to the standard locale ("C").
locale: Cannot set LC_CTYPE to default locale: No such file or directory
locale: Cannot set LC_MESSAGES to default locale: No such file or directory
locale: Cannot set LC_ALL to default locale: No such file or directory

Siga os passos abaixo:

No terminal digite:

sudo apt-get install --reinstall language-pack-en
sudo apt-get install --reinstall language-pack-pt
sudo locale-gen
sudo dpkg-reconfigure locales

Pra mim resolveu! :)

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Como instalar o mod_rewrite do Apache no Ubuntu

Postado em 08 jul 2009
Categoria(s) Ubuntu

Se você quer trabalhar com urls amigáveis, o mod_rewrite do Apache é a solução para o seu problema. Ele permite fazer a rescrita das urls.

Para instalar no Ubuntu:

sudo a2enmod rewrite

Reinicie o Apache para pegar essa nova configuração:

sudo /etc/init.d/apache2 restart

Para saber mais sobre o mod_rewrite pergunte ao Oráculo: http://www.google.com.br/search?hl=pt-BR&q=apache+mod_rewrite&btnG=Pesquisar&meta=.

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Ruby on Rails configurando ambiente de desenvolvimento no Linux

Postado em 25 jun 2009
Categoria(s) Ruby on Rails

Nesse post vou mostrar como configurar um ambiente de desenvolvimento em Ruby on Rails no Linux.

Vamos lá!

Atualizando os pacotes do Linux:

sudo apt-get update

Instalando Ruby on Rails:

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sudo apt-get install ruby irb rdoc ruby1.8-dev libopenssl-ruby imagemagick curl
wget http://rubyforge.org/frs/download.php/57643/rubygems-1.3.4.tgz
tar xzvf rubygems-1.3.4.tgz
cd rubygems-1.3.4
sudo ruby setup.rb
cd /usr/bin
sudo ln -s gem1.8 gem
sudo gem update --system
sudo apt-get install build-essential
sudo gem install rails passenger mongrel capistrano

Instalando Apache com PHP e Passenger/Modrails:

O Passenger/Modrails permite rodar aplicações Ruby on Rails no Apache.
Nessa etapa nós também iremos instalar o PHP, vamos precisar dele para o phpMyAdmin.

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sudo apt-get install apache2 php5 libapache2-mod-php5 apache2-prefork-dev libapr1-dev
sudo passenger-install-apache2-module

Agora nós precisamos configurar o Apache para carregar o módulo do Passenger:

sudo gedit /etc/apache2/mods-enabled/passenger.load

Adicione as seguintes linhas no arquivo em branco:

LoadModule passenger_module /usr/lib/ruby/gems/1.8/gems/passenger-2.2.4/ext/apache2/mod_passenger.so
PassengerRoot /usr/lib/ruby/gems/1.8/gems/passenger-2.2.4
PassengerRuby /usr/bin/ruby1.8
RailsEnv development

Salve o arquivo e feche o gedit.

Reinicie o Apache para carregar o Passenger:

sudo /etc/init.d/apache2 restart

Instalando o MySQL:

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sudo apt-get install mysql-server libmysql-ruby php5-mysql
sudo apt-get install phpmyadmin

Configurando acesso a sua aplicação Ruby on Rails:

Digamos que você tenha o código da sua aplicação Ruby on Rails no diretório:

/home/patrick/projetos/minha_aplicacao

Vamos configurar para que quando você digitar no navegador http://minha_aplicacao você veja a sua aplicação em ambiente de desenvolvimento e possa interagir com ela.

Para isso, siga os passos abaixo:

cd /etc/apache2/sites-available/

Vamos criar um novo host novo virtual host no Apache:

sudo gedit minha_aplicacao

No arquivo em branco adicione:

<VirtualHost *:80>
ServerName minha_aplicacao
DocumentRoot /home/patrick/projetos/minha_aplicacao/public/
</VirtualHost>

Salve e feche o gedit.

Vamos deixar esse virtual host disponível:

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cd /etc/apache2/sites-enabled/
sudo ln -s ../sites-available/minha_aplicacao 001-minha_aplicacao

Agora vamos configurar para que quando você digitar no navegador http://minha_aplicacao o sistema operacional procure localmente ao invés de buscar na internet:

sudo gedit /etc/hosts

Nesse arquivo adicione a linha:

127.0.0.1	minha_aplicacao

Logo abaixo da linha que começa com 127.0.1.1…
Salve e feche o gedit.

Reinicie o Apache para carregar esse novo virtual host:

sudo /etc/init.d/apache2 restart

Abra o navegador:

Digite no browser http://minha_aplicacao e veja ela rodando.

Se você quiser usar o Vim como IDE de desenvolvimento Ruby on Rails leia esse post: http://blog.patrickespake.com/2009/04/21/usando-o-vim-para-programar-em-ruby-on-rails/.

Pronto!

Se você gostou desse texto e acha que ajudou você, me recomende: Recommend Me.

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Usando o Vim para Programar em Ruby on Rails

Postado em 21 abr 2009
Categoria(s) Ruby on Rails

Como todas as pessoas que procuram desenvolver com qualidade e agilidade, eu tive a minha saga até encontrar uma boa ferramenta de edição de código.

Eu só trabalho usando Linux, com certeza ele é o sistema operacional mais produtivo para trabalhar com desenvolvimento em tecnologias livres, para programar em PHP, Ruby on Rails, Java, Python e outras é uma maravilha. A quantidade de softwares e coisas legais é imensa.

Nessa minha saga e evolução no mundo dos editores/IDE já usei Dreamweaver, Gedit, Geany, Eclipse, Aptana, Komodo, Bluefish e por último o NetBeans. Sempre tinha alguns detalhes neles que acabava me irritando, algo que eles não conseguiam fazer. Alguns tinham tantos recursos que acabavam sendo pesados demais. Por último eu estava usando o NetBeans, ele tem umas sacadas legais e algumas coisas divertidas, mas é absurdamente pesado, outro detalhe é que algumas IDE’s tem a mania descontrolada de querer fazer tudo através de interface gráfica, trilhões de janelas para fazer coisas super simples, o terminal é um lance necessário em uma IDE, muitas coisas podem ser feitas em secundos através de um shell. Não a nada de errado em usar o shell, graças a ele que a produtividade aumenta muito, quem acha que interface gráfica aumenta a produtividade está enganado, as vezes ela só enrola mais as coisas.

Através de toda essa saga acima eu acabei chegando no VIM, usando especificamente o Gvim no Gnome para desenvolver em Ruby on Rails. Até o presente momento só são ótimas opiniões formadas sobre ele.

Nesse post vou mostrar como ganhar mais produtividade usando o Gvim.

Todos os passos abaixo foram feitos no Ubuntu 8.04, por que no Ubuntu? Porque ele é simples, tem uma porção de distribuições Linux por ae que complicam demais as coisas, o Ubuntu é sucesso porque é simples de usar. Existe uma grande chance de coisas simples fazerem mais sucesso que as coisas complicadas. :-)

Instalação do Gvim

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sudo apt-get install vim vim-gnome vim-addon-manager vim-common vim-full vim-gtk vim-gui-common vim-rails vim-ruby vim-runtime vim-tiny exuberant-ctags ncurses-term

Instalação do Git

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sudo apt-get install git

Instalação da gem para busca de arquivos

Essa gem está no github, desta forma é necessário adicionar o seu repositório: gem sources -a http://gems.github.com

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sudo gem install jamis-fuzzy_file_finder

Instalação do pacote de configurações para o vim

Agora vamos instalar um pacote de configurações prontas para o vim, esse pacote foi criado pelo Fabio Akita, esse pacote já tem uma série de plugins, temas e snippets.

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git clone git://github.com/akitaonrails/vimfiles.git ~/.vim

Você precisa criar o arquivo ~/.vimrc e adicionar o conteúdo abaixo:

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source ~/.vim/vimrc
 
colorscheme vibrantink
set nu
set sts=2
set sw=2
let g:fuzzy_ignore = "gems/*"

Essas configurações irão fazer o número de linhas aparecer, ignorar os diretórios de gems e outros ajustes.

Os snippets estão em um repositório separado, desta forma precisamos obter esses arquivos, faça os passos abaixo:

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cd ~/.vim
git submodule init
git submodule update

Existe um outro ajuste que pode ser feito, mas esse é opcional, da forma como está agora sempre irá aparecer um $ no final de cada linha, para marcar o fim, particularmente eu não gosto disso. Se você quiser é possível retirar essa marcação, edite o arquivo ~/.vim/vimrc procure pelas linhas:

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"display tabs and trailing spaces
set list

E deixe a configuração set list comentada, desta forma:

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"display tabs and trailing spaces
"set list

Feito isso nós já temos uma nova gama de funcionalidades adicionadas ao vim, mas é possível melhorar mais ainda, vamos agora instalar a fonte Monaco usada no TextMate. Essa fonte deixa o código com um visual legal.

Instalação da fonte Monaco

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cd /usr/share/fonts/truetype
sudo mkdir myfonts
cd myfonts
sudo wget http://www.gringod.com/wp-upload/software/Fonts/Monaco_Linux.ttf
sudo chown root.root *.ttf
sudo mkfontdir
cd ..
fc-cache

Agora se você digitar no terminal:

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gvim

Vai ver o gvim com a fonte Monaco e o tema desert.

Gvim

Com o gvim aberto vamos criar um projeto em Ruby on Rails, e ver as funcionalidades novas que temos no vim. Graças ao plugin rails.vim (http://rails.vim.tpope.net/) foram adicionadas uma série de features.

Criando um projeto Ruby on Rails

Digite no gvim:

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tecla esc + :Rails autocomplete

Onde autocomplete é o nome da minha aplicação Ruby on Rails nesse exemplo.

A opção irá criar a aplicação com suporte ao banco de dados SQLite, se você quiser suporte ao outro banco de dados digite:

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tecla esc + :Rails autocomplete -d mysql
ou
tecla esc + :Rails autocomplete -d postgresql
...

Esse comando irá criar uma aplicação Ruby on Rails nova.

Nova Aplicação

Pressione a tecla enter como informado na mensagem.

O plugin rails.vim é bem esperto, ele já vai abrir para você o database.yml para você configurar o banco de dados:

Database

Pressione a tecla i ou insert para editar os dados, faça as alterações necessárias e salve digitando:

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tecla esc + :w

Uma breve descrição sobre as operações básicas do vim:

  • tecla esc + :w serve para salvar sua alteração (write)
  • tecla esc + :q serve para fechar o arquivo (quit)
  • tecla esc + :x serve para salvar e fechar o arquivo

Criando o banco de dados

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tecla esc + :Rake db:create

DB Create

Pressione a tecla enter como informado na mensagem.

Criado um scaffold

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tecla esc + :Rgenerate scaffold car name:string description:text color:string

Será gerado o scaffold para o model car, logo em seguida será exibido o cars_controller.rb:

Cars Controller

Rodando as migrações

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tecla esc + :Rake db:migrate

Migrate

Visualizando a aplicação

Caso você queira visualizar aplicação nesse momento, você pode inicializar o servidor e ver um preview da aplicação rodando no navegador:

Inicializando o servidor

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tecla esc + :Rserver

Servidor

Vendo preview no navegador

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tecla esc + :Rpreview

Preview

Nesse momento o gvim ficará travado e o navegador será aberto para você visualizar o andamento do projeto, quando você fechar o navegador o gvim será destravado.

Navegador

Navegação de arquivos

Eu conheço duas formas de navegação de arquivos, a primeira é muito rápida:

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tecla esc + ctrl + f

Busca arquivo

Digite o nome do arquivo desejado, por exemplo new:

Busca Arquivo New

A outra forma de navegação é em diretórios, digite:

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tecla esc + :Vex

Vex

Snippets

Esse pacote que instalamos para o vim, tem muitos snippets já configurados para acelerar a condificação, eles podem ser encontrados no diretório ~/.vim/snippets:

Snippets

Se você olhar nesses diretórios vai poder descobrir as siglas para acessar o snippets, dê uma boa olhada e teste.

Snippets Ruby on Rails

Vamos testar um pouco os snippets, agora que você já sabe procurar arquivos, abra o arquivo car.rb:

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tecla esc + ctrl + f
digite car.rb
enter

Model

Digite i ou insert para colocar o gvim em modo de edição e digite:

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vp + tecla tab

Model vp

Model vp tab

Agora e só apertar tab e ir substituindo os valores.

Caso o snippet não funcione, feche o gvim, acesse o diretório da aplicação Ruby on Rails (autocomplete), estando dentro do diretório autocomplete abra o gvim, agora os snippets tem que funcionar.

A ideia desse post é apenas dar um visão geral, existe várias outras coisas possíveis de fazer, e muitos outros comandos poderosos para trabalhar com Ruby on Rails no vim, por isso eu sugiro que você leia esses outros artigos:

Se você gostou desse texto e acha que ajudou você, me recomende: Recommend Me.

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