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Para instalar no Ubuntu o suporte imap no PHP, devemos digitar no shell:
1 | sudo apt-get install php5-imap |
Depois da instalação é necessário reiniciar o Apache:
1 | sudo /etc/init.d/apache2 restart |
O Firefox agora permite adicionar skins.
A proposta do WikiCrimes é simples: As crises que têm caracterizado as instituições policiais bem como suas limitações para prestar um serviço público de qualidade tendem a provocar um sentimento de descrédito do cidadão. Isso acaba por contribuir para o baixo índice de notificações de ocorrências: o chamado efeito de subnotificação. Pesquisas feitas com vitimados em alguns estados brasileiros mostram que a subnotificação pode, em áreas densamente povoadas, chegar até a 60% para certos tipos de delitos. Além disso, de maneira geral as polícias escondem as informações sobre criminalidade, informações estas que são públicas e pertencem a nós cidadãos, uma vez que nós é que as geramos, quando fazemos registros de ocorrências.
Assim, o WikiCrimes permite que os próprios cidadãos registrem as ocorrências em um mapa. O mapeamento da criminalidade permite a identificação de zonas perigosas alertando o cidadão e orientando os órgãos públicos no planejamento de suas ações. A publicidade do registro das ocorrências criminais traz acima de tudo transparência, pois quebra a lógica de monopólio das informações pelo Estado.
O WikiCrimes é mais um exemplo de como a Web 2.0 permite que nós passemos a ter mais controle das informações. Os monopólios das informações deixam de existir e a própria sociedade consegue se manifestar de forma mais ampla e democrática.
Acredito que as instituições policiais deveriam incentivar o uso do WikiCrimes (o que não significa deixar de registrar as ocorrências no órgão policial), mas permite que muito mais informações circulem pela sociedade. E nós cidadãos devemos contribuir também, registrando nele as ocorrências que vimos ou sofremos. É uma iniciativa que deve ter todo nosso apoio.
Fonte: http://www.ibm.com/developerworks/blogs/page/ctaurion?entry=wikicrimes_um_wiki_contra_o
A função use_dynamic_javascript permite trabalhar com javascripts turbinados, javascripts onde pode existir lógica PHP e passagens de variáveis da action para o javascript.
No symfony 1.0 existia um plugin chamado sfPJSPlugin responsável por fazer isso, agora essa funcionalidade já faz parte do CORE do symfony 1.1.
A função use_dynamic_javascript espera que você passe como parâmetro um module/action, em cima desse module/action a função irá procurar um template chamado actionSucess.js.php, nesse template deve estar o código javascript que você deseja incorporar no template actionSuccess.php.
Como fazer:
No seu template da action desejada, por exemplo indexSuccess.php, você deve chamar a função use_dynamic_javascript:
1 | <?php use_dynamic_javascript('login/index'); ?> |
Agora dentro do diretório template do módulo você deve criar um arquivo com o nome da actionSuccess.js.php, no exemplo você deve criar indexSuccess.js.php.
Esse arquivo funciona igual ao um template, você pode passar variáveis, usar variável flash e tudo mais, a diferença é que você usar tudo isso com javascript, o que aumenta muito as possibilidades.
No symfony 1.1 existe um bug nas classes sfPostgreSQLSessionStorage e sfPDOSessionStorage, essas classes são responsáveis por implementar a gravação da sessão do usuário em banco de dados. As classes são do CORE do symfony.
As classes obtém de forma errada a conexão com banco de dados, algumas pessoas desenvolveram patch’s para corrigir o problema, até agora o pessoal do symfony não arrumo esse bug.
Mais informações: http://www.symfony-project.org/forum/index.php/m/55174/
Sun à venda? Analistas especulam sobre o futuro da companhia
De acordo com analistas, Fujitsu e HP são as principais candidatas a uma eventual aquisição da Sun.
A queda dos lucros e do preço das ações da Sun está gerando especulação sobre a venda da empresa ou, ainda, de reestruturação que iria culminar na venda de parte dos negócios. No segundo trimestre de 2008, a Sun justificou os resultados ruins com a crise do subprime nos Estados Unidos.
“Em 12 meses, a Sun não será a mesma companhia de agora”, prevê Brian Babineau, analista do Enterprise Strategy Group (ESG).
Os produtos mais importantes da Sun são os processadores e servidores Sparc, o sistema operacional Solaris e software Java.
Embora a aquisição da companhia inteira seja uma possibilidade, outra opção é a venda de alguns setores. Assim, a Sun conseguiria se concentrar naqueles que continuam inovadores, diz Babineau.
O negócio de sistema operacional e a linha StorageTeck da Sun ainda vão bem, salienta. Mas a companhia está lutando na arena de servidores e virtualização de servidores.
O faturamento e o market share de servidores da Sun caíram este ano, de acordo com um relatório divulgado pela Gartner em julho. Levando-se em conta todas as atividades da Sun, o lucro líquido do ano fiscal encerrado no dia 30 de junho foi de 403 milhões de dólares, ou seja, 70 milhões de dólares a menos do que no ano anterior.
As ações da Sun, que estavam sendo negociadas a 24,92 dólares em outubro de 2007, caíram para menos de 10 dólaresna semana passada.
“Eles estão sobrevivendo aos trimestres, tentando cortar custos”, diz Babineau. “Não parece haver nenhuma estratégia de longo prazo que possa gerar aumento de receita.”
Em um relatório divulgado no dia 31 de julho, a empresa de análise 451 Group aventou a possibilidade de a Sun ser adquirida.
“De certa forma, o preço em queda livre das ações da Sun proporciona um bom negócio, considerando-se seus cerca de US $4 bilhões em espécie disponíveis, um portfólio significativo de propriedade intelectual e patentes e, é claro, tecnologia e produtos respeitados”, escreveu Jay Lyman, analista do 451 Group. “Com estes ativos, um potencial comprador não teria dificuldade para apostar ou para convencer seus acionistas.”
A Fujitsu e a HP seriam as principais candidatas a adquirir a Sun, apontou Lyman. A Fujitsu “está alinhada com a Sun em decorrência do papel que desempenha na fabricação de processadores e hardware Sparc”, explicou Lyman. A aquisição “também daria à Fujitsu ou a qualquer outro comprador, instantaneamente, uma linha de produtos open source”.
A aquisição da Sun permitiria à HP aprofundar-se na área de software open source, escreveu Lyman. Apesar de a HP não ter contribuído para open source com um grande volume de código ou de recursos, beneficiou-se ao certificar seu hardware para Linux.
Lyman também mencionou a Microsoft como uma possibilidade remota.
“Uma fusão ou aquisição Microsoft-Sun seria impensável cinco anos atrás, mas agora parece mais viável, já que as duas empresas têm trabalhado cada vez mais juntas após um acordo judicial e uma amizade recente (forçada pela demanda dos clientes por interoperabilidade em 2004)”, escreveu Lyman.
A Microsoft está disposta a se envolver mais em open source. Por outro lado, talvez veja a aquisição da Sun como uma maneira de pender a balança para o Windows descontinuando gradualmente o suporte da Sun ao Linux, segundo o relatório do 451 Group.
Ao ser procurada por Network World, a Sun não se pronunciou sobre o relatório do 451 Group, mas disse que está comprometida com sua estratégia de crescimento e sua atual equipe de liderança.
“A Sun não comenta boatos ou especulações. O que podemos dizer é que a Sun está comprometida com sua estratégia de crescimento e sua equipe de liderança e criando valor para seus acionistas, através do alinhamento contínuo de recursos que a posiciona melhor para aprimorar o desempenho financeiro”, observou a companhia em uma nota.
Entretanto, dada sua grave situação financeira, o mínimo que a Sun pode fazer para não deixar de cumprir seu dever fiduciário é prestar atenção às oportunidades de compra.
Babineau, do ESG, completa: “É uma especulação total, mas toda companhia nesta situação aflitiva, não só a Sun, deveria conversar com bancos de investimentos regularmente.”
As vezes para realizar algumas programações mais complexas no symfony é necessário saber qual route (rota) uma determinada url usa.
Para descobrir devemos trabalhar com o contexto do symfony e o sfPatternRouting:
1 2 3 | $context = sfContext::getInstance(); $routing = $context->getRouting(); $route = $routing->findRoute("/produtos"); |
O código $context->getRouting() obtém o sfPatternRouting e $routing->findRoute(“/produtos”) busca uma route (rota) através da url passada, no caso “/produtos”.
O conteúdo da variável $route será o seguinte:
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 | Array ( [name] => default_index [route] => /:module [parameters] => Array ( [action] => index [module] => produtos [sf_culture] => pt_BR ) ) |
Você pode querer transformar os valores digitados pelo usuário antes de escrever-los de volta em um formulário de entrada. Por exemplo, retirar os espaços no começo e no final, transformação de caracteres especiais em entidades, e todas as outras transformações que podem ser chamado através de uma função PHP.
Para isso é necessário criar um arquivo de validação, especificando o nome do formulário, as funções de conversão e os campos que devem ser convertidos.
1 2 3 4 5 6 7 | fillin: enabled: true param: name: form_nome converters: trim: [nome_do_campo_do_form] htmlspecialchars: [nome_do_campo_do_form] |
É necessário implementar um arquivo validação com o mesmo nome da action dentro do diretório validate do módulo.
Por exemplo, edit.yml.
Digamos que o formulário tenha os campos nome e data, e eles devem ser de preenchimento obrigatório.
Deve ficar da seguinte forma o arquivo edit.yml:
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 | methods: [post] fillin: enabled: true fields: nome: required: msg: Campo nome é obrigatório. data: required: msg: Campo data é obrigatório. |
O atributo fillin define se os campos devem retornados preenchidos se ocorrer erro de validação.